Diminui número de doadores no Estado

Os 2.569 gaúchos que aguardam um transplante e estão preparados para a cirurgia receberam uma má notícia em março.

Até ontem, apenas dois doadores tiveram seus órgãos removidos. No ano passado, em todo o mês, oito doadores tinham sido efetivados. Em março de 2005, foram nove.

Entre as causas da redução, está a falta de conscientização. De 16 notificações de morte encefálica registradas na Central de Transplantes do Estado, sete foram perdidas por recusa dos familiares em viabilizar a doação. A média é de dez a 11 doadores por mês, entre 35 notificações.

A Central de Transplantes e a Santa Casa tentam deter a tendência de queda no número de doadores. Em 2006, foram 130.

Para ser doador
- Em vida, pode doar um dos rins, parte do pulmão, parte do fígado e medula óssea.
- Em casos de morte encefálica (do cérebro), tumor intracraniano ou derrame cerebral, causando a interrupção de todas as atividades cerebrais, é possível doar rins, pulmões, coração e válvulas cardíacas, fígado, pâncreas, intestino, córneas, ossos e cartilagens, tendão, veias e pele.

Fonte: DIÁRIO GAÚCHO - Dia a Dia - Página 03

 
 

 

 

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